PF tem mais 30 dias para investigar Abel Pereira e chegar no PSDB
Juliana Michaela
O juiz da 2ª Vara Federal de Cuiabá, de Mato Grosso, Jéferson Schneider, concedeu 30 dias para a Policia Federal investigar o empreiteiro de Piracicaba, município de São Paulo, Abel Pereira. O inquérito foi devolvido no final da tarde desta quinta-feira à Policia Federal e tem a data de término para o dia 29 de janeiro.
Abel Pereira é acusado pela família Vedoin, proprietária da Planam (empresa acusada de chefiar a máfia das ambulâncias) de receber comissão de 6,5% para intermediar a liberação de recursos do Ministério da Saúde na gestão do ex-ministro e atual prefeito de Piracicaba, Bargas Negri (PSDB). A Polícia Federal pretende investigar no inquérito de Abel Pereira se ele estava agindo ou não em nome Barjas Negri.
O delegado responsável pelo caso, Diógenes Curado, pode passar o comando das investigações para outro delegado da PF de Mato Grosso porque sairá de férias neste sábado e retorna no dia 20 de janeiro. Caso não encaminhe para outro delegado a responsabilidade pelo caso, ele terá apenas nove dias de investigação. Diógenes Curado decide amanhã se sairá de férias.
Na decisão do juiz no relatório encaminhado pela PF na terça-feira, ele acata o pedido do delegado de interrogar o ex-prefeito de Jaciara, Valdizete Martins Nogueira, o empresário Ronildo Pereira Medeiros, acusado de participar do esquema sanguessuga, e os proprietários das empresas Kanguru Factoring Sociedade de Fomento Comercial, de São Paulo, e Império Representações Turísticas e DataMicro Informática, ambas mineiras, que foram acusadas pela família Vedoin de receberem 15 cheques que seriam repassados a Abel Pereira.
Na denuncia publicada pela reportagem da revista Istoé, os cheques haviam sido emetidos pela Klass Comércio e Representações Ltda, uma das empresas dos Vedoin, que seriam depositados nas três empresas num total de R$ 601,2 mil.
A policia solicitou na terça-feira às Juntas Comerciais dos estados de São Paulo e Minas Gerais os contratos sociais das três empresas para descobrir se existe ligação com o empresário. Até o momento ainda não chegou nada na PF. As quebras de sigilo bancário do empreiteiro foram encaminhadas para perícia na terça-feira, mas ainda não foram concluídas.
Fonte: 24horas news
O juiz da 2ª Vara Federal de Cuiabá, de Mato Grosso, Jéferson Schneider, concedeu 30 dias para a Policia Federal investigar o empreiteiro de Piracicaba, município de São Paulo, Abel Pereira. O inquérito foi devolvido no final da tarde desta quinta-feira à Policia Federal e tem a data de término para o dia 29 de janeiro.
Abel Pereira é acusado pela família Vedoin, proprietária da Planam (empresa acusada de chefiar a máfia das ambulâncias) de receber comissão de 6,5% para intermediar a liberação de recursos do Ministério da Saúde na gestão do ex-ministro e atual prefeito de Piracicaba, Bargas Negri (PSDB). A Polícia Federal pretende investigar no inquérito de Abel Pereira se ele estava agindo ou não em nome Barjas Negri.
O delegado responsável pelo caso, Diógenes Curado, pode passar o comando das investigações para outro delegado da PF de Mato Grosso porque sairá de férias neste sábado e retorna no dia 20 de janeiro. Caso não encaminhe para outro delegado a responsabilidade pelo caso, ele terá apenas nove dias de investigação. Diógenes Curado decide amanhã se sairá de férias.
Na decisão do juiz no relatório encaminhado pela PF na terça-feira, ele acata o pedido do delegado de interrogar o ex-prefeito de Jaciara, Valdizete Martins Nogueira, o empresário Ronildo Pereira Medeiros, acusado de participar do esquema sanguessuga, e os proprietários das empresas Kanguru Factoring Sociedade de Fomento Comercial, de São Paulo, e Império Representações Turísticas e DataMicro Informática, ambas mineiras, que foram acusadas pela família Vedoin de receberem 15 cheques que seriam repassados a Abel Pereira.
Na denuncia publicada pela reportagem da revista Istoé, os cheques haviam sido emetidos pela Klass Comércio e Representações Ltda, uma das empresas dos Vedoin, que seriam depositados nas três empresas num total de R$ 601,2 mil.
A policia solicitou na terça-feira às Juntas Comerciais dos estados de São Paulo e Minas Gerais os contratos sociais das três empresas para descobrir se existe ligação com o empresário. Até o momento ainda não chegou nada na PF. As quebras de sigilo bancário do empreiteiro foram encaminhadas para perícia na terça-feira, mas ainda não foram concluídas.
Fonte: 24horas news


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