BARJAS NEGRI SANGUESSUGA

BARJAS NEGRI, ex-ministro da Saúde e hoje prefeito de Piracicaba, chefiava a Máfia das Sanguessugas, tendo como cúmplice o empresário Abel Pereira. :: BARJAS NEGRI é o carrapato sanguessuga piracicabano amarelo e azul!!! ::

07 Dezembro 2006

FOLHA: PF prende suspeitos de fraudar licitações

OLHA O JORGINHO NEGRI NA FITA...
E CADE O EMS FARMA, O FAMOSO DOS GENERICOS
OPERAÇÃO VAMPIRO PRECISA VOLTAR

Autoridades apontaram fraudes na venda de medicamentos envolvendo laboratórios e distribuidores

PAULO PEIXOTO
DA AGÊNCIA FOLHA,
EM BELO HORIZONTE

A Polícia Federal prendeu ontem quatro pessoas acusadas de crimes contra a ordem financeira e outras nove suspeitas de fraudar licitações públicas de produtos farmacêuticos e medicamentos. Dos 14 mandados de prisão expedidos, 11 foram cumpridos em Belo Horizonte, um em São Paulo e um no Paraná. Falta cumprir um último mandado em São Paulo.

Durante seis meses, a PF e o Ministério Público Federal investigaram duas casas de câmbio de uma mesma família em Belo Horizonte e descobriram as fraudes na venda de medicamentos envolvendo laboratórios e distribuidores.

Essa descoberta se deu porque a doleira Sandra Dias Savi, presa com mais dois irmãos doleiros, realizou operações financeiras para o seu filho Alexandre Savi, dono da distribuidora de medicamentos Farmaconn, também preso. A Farmaconn foi envolvida na Operação Vampiro da PF, em 2004.

A operação, batizada de Câmbio Livre, serviu para mostrar que o pregão eletrônico, modalidade de compras com ofertas online, não está imune às fraudes, segundo o procurador Edmundo Dias. "Ela dificulta esse tipo de fraude, mas não impede que ela ocorra."

A PF descobriu 21 fraudes em licitações públicas, a maioria realizada por pregão eletrônico ou pregão presencial em todo o país. Em seis licitações, há provas de todo o processo de fraude. Começava com a conversa entre os laboratórios e distribuidores para combinar preços e definir os itens da licitação que cada um venceria.Há ainda provas dos lances ofertados imediatamente após as conversas. Apenas essas seis licitações renderam aos fraudadores cerca de R$ 3,5 milhões.

As licitações foram promovidas por órgãos federais, estaduais e várias prefeituras.A PF investiga indícios de participação de servidores públicos e informou que há vários grandes laboratórios, inclusive estrangeiros, que tiveram as suas ofertas dentro do processo licitatório identificadas como fraudes. A PF tenta saber se houve envolvimento da direção desses laboratórios ou apenas de seus representantes.

A Folha não localizou os advogados dos irmãos presos. Segundo a PF, em seis meses eles fizeram cerca de 3.000 movimentações financeiras irregulares no exterior, no total de R$ 1,5 milhão. Na Farmaconn, uma funcionária informou que ninguém iria se manifestar.

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